sábado, 9 de setembro de 2017

Aranhas gigantes do Congo


Aranha Gigante Congolesa também conhecida como J'ba Fofi (ch-bah foo fee) seria um inseto enorme, cuja aparência lembra uma tarântula de cor marrom, chegando a medir até 1,8 metro quando adulta. Os ovos são brancos ou amarelos claros do tamanho de amoras. Seu método preferido de caçar consiste em espalhar armadilhas de teias extremamente grudentas e fortes entre os vãos das árvores e devido ao tamanho de seu porte lhes seria permitido caçar desde pássaros á macacos, capturando-os com elaboradas teias armadas entre as árvores.

Segundo as lendas elas habitam nas florestas mais isoladas da África, mais precisamente na República Democrática do CongoCamarões, Uganda e República Centro Africana. Os missionários religiosos enviados a África foram os primeiros a tomar conhecimento dessa lenda, mas ela se tornou popular através do explorador William Gibbons que em uma expedição em Camarões, no ano 2000, tomou conhecimento desta pelo chefe da tribo Baka, que relatou haver uma estranha e enorme aranha nas proximidades de sua aldeia. Segundo ele essa criatura seria comum de se encontrar neste local, porém já estavam se tornando rara devido a degradação ambiental.

As histórias chegavam a ser absurdas, segundo os nativos as colossais aranhas escondiam-se em ninhos subterrâneos durante o dia e saiam a noite para caçar, capturando até mesmo homens adultos após paralisá-los com um potente veneno. Casos locais de tragédia e incidentes aterrorizantes serviam para ilustrar a veracidade da lenda.
William e sua equipe não encontrou nenhuma aranha, mas sua descobriu que grande parte da floresta estava coberta por teias.



Ocasiões de encontro com a criatura:

1890: Na ribanceira do Lago Nyasa- Uganda, um missionário chamado Arthur Simes teve muitos de seus carregadores presos por teias que nem mesmo facas conseguiam cortar. Foi quando surgiram dois araquinídeos gigantes, que foram espantados pelos tiros disparados por Arthur. Porém dois carregadores foram mordidos e imediatamente começaram a sofrer espasmos, ficando com braços e pernas inchadas e morreram.
1938: O casal Reginald e Margurite Loyd se depararam no Congo comuma criatura estranha, que segundo eles não passava de uma enorme aranha de cerca de 1 metro.

1942:  Na Nova Guiné, Kokoda Trail um soldado australiano afirmou ter encontrado uma aranha enorme devorando um filhote de cachorro, segundo ele era bem parecida com uma tarântula.




Gustav Ferdinand Von Kelps: O homem que foi para outra dimensão

Gustav Ferdinand Von Kelps, foi um físico e matemático alemão, nascido na cidade de Nuremberg, em 1905, cresceu em uma família de classe média alta. Seus pais o encorajaram desde a infância para se dedicar no campo da física e da matemática. Ele sempre foi o aluno que se destacou, nos quesitos de inteligência e curiosidade. Seu avô lhe ensinou matemática avançada depois das aulas.


Aos 14 anos, ele desenvolveu um dispositivo que foi capaz de lançar uma bola de luz (Nunca ninguém conseguiu entender o seu funcionamento) a uma distância de cerca de 50 metros. Seus pais preocupados que a invenção, achando que ela era um perigo para Gustav e aqueles ao seu redor, aproveitaram  uma noite quando o menino estava dormindo, destruiu a máquina e jogou-o no rio Pegnitz.

Ele sempre foi um garoto solitário, que gostava de ficar trancado em um quarto na casa que ele chamava de "laboratório", tinha poucos amigos e andava sempre com um livro debaixo do braço. Era o garoto estranho da turma da escola e do bairro. Quando alcançou a idade de 25 anos, sabia mais do que seus professores acadêmicos da Universidade de Hamburgo. Seus professores tinham medo de que Gustav, que refutava um problema matemático em sala de aula, e não tinham a capacidade de discutir com ele.

Aos 26 anos, ele publicou alguns trabalhos técnicos e gerais sobre espaço, tempo, matéria, filosofia, lógica, a simetria e a história da matemática. Ele foi um dos primeiros a conceber a possibilidade de combinar a relatividade geral com as leis do eletromagnetismo. Em 05 de abril de 1942, ele morreu de uma maneira inacreditável.

Como tem registrado com o jornal alemão Nürnberger Zeitung Gustav Ferdinand Von Kelps deixou seu trabalho de laboratório Wëllishburng ao meio-dia, ele caminhou para sua casa (onde viveu sozinho), cumprimentou seu vizinho como de costume e trancou-se no "seu laboratório ". Ela nunca mais foi visto.

O arquivo da polícia (número 1209834) declara que, pela aparência do local, Gustav estava trabalhando em um projeto em "segredo" para a apresentação do Instituto de "Matemática e Física Quântica em Munique", quando ele ligou uma máquina que emite raios (a polícia nunca soube dizer que tipo de raios, porque o experimento foi feito em tempos de Segunda Guerra Mundial) que o vizinho pôde testemunhar que viu uma luz que saia pela janela do laboratório e ouvir um zumbido (como quando fervido a água na caldeira). Os investigadores da polícia não acreditaram no que as testemunhas declararam: Um feixe de luz violeta, rajadas de vento (dores de cabeça profundas após o incidente) ... etc.

O interior do laboratório estava quase intacto, papéis espalhados e apenas alguns vidros quebrados. O corpo do cientista nunca foi encontrado. Mas o mais interessante é quando três meses após o estranho evento, novos inquilinos foram acomodando os móveis da casa. Quando de repente viram (4 testemunhas disseram a mesma coisa) uma cabeça saindo da parede que lhes deu bom dia e desapareceu instantaneamente. Os inquilinos testemunharam sob juramento que 4 ou 5 vezes viram a figura estranha atravessando de parede a parede. As testemunhas, após verem as fotos de Gustav, afirmaram que com toda certeza que ele era a pessoa que veio através da parede.

Eles decidiram chamar investigadores, cientistas de várias cidades para encontrar uma explicação para o que aconteceu. A comissão de inquérito foi formada e depois de estudar o caso durante dois meses, concluiu-se:

Gustav era a única pessoa que sabia o que estava passando. De alguma forma estranha, ele conseguiu superar o tempo eo espaço e passar para outro plano dimensional.

Todos concordamos que o físico e matemático ainda está vivo em outro lugar (dimensão), porque quando aparece, normalmente cumprimenta e fala com os habitantes atônitos do lugar.
Em uma ocasião, um investigador foi surpreendido pelo aparecimento de Gustav ao longo da parede, disse: Olá e Gustav respondeu: Olá! Bom dia para descobrir coisas novas, não? O pesquisador estava tão perplexo que, quando ele conseguiu responder, Gustav havia ido embora.

Conclusão: Ele não apenas vive em outro lugar, mas também aparece e fala com os visitantes do local. Quando perguntaram uma vez a Gustav se ele estava em outra dimensão, ele apenas disse:


Não se preocupe comigo, eu estou em um lugar que você, eventualmente, irá descobrir e uma vez que você vier ... não vai querer voltar.

domingo, 3 de setembro de 2017

As fadas de Cottingley

As fadas são caracterizadas como seres mitológicos do sexo feminino, com poderes sobrenaturais. Algumas lendas até atribuem a elas o poder de influenciar na vida humana. Esse ser sempre despertou grande fácinio da humanidade, por isso existiram relatos de pessoas que viram e até conversaram com esses seres, assim como várias farças, onde supostamente teriam-se capturado, fotografado e até filmado esse povo pequeno.

Entre os casos, o mais marcantes é o das fadas de Cottingley no ano de 1917, onde supostamente duas primas, Frances Griffiths e Elsie Wright teriam fotografado fadas e duendes enquanto posavam em um jardim.

O caso ganhou tamanha repercussão que as fotos foram publicadas no jornal Strand Magazine em 1920, causando grande alvoroso. Até mesmo Sir Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes, acreditou na veracidade das fotografias, até porque os especialistas da época não acusaram nenhuma falsificação. 
Ná época, quando interrogadas Frances e Elsie não apenas afirmaram a veracidade das fotos como também afirmaram que somente elas poderiam estar presentes no momento em que as fotografias fossem tiradas. Mas houve uma testemunha que confirmou a veracidade do relato das jovens, um professor teosofista chamado Geoffrey L. Hodson.

Quando senhoras, já no ano de 1977 as primas inglesas concederam um entrevista a BCC ao jornalista Schoereder, onde reafirmaram a veracidade das fotografias, embora nesse mesmo ano Fred Gettings descobriu num livro infantil publicado em meados do ano de 1914, intitulado Princess Mary's Gift Book, imagens das mesmas fadas fotografadas pelas garotas porém com vestidos diferentes. 



Finalmente em 1982 em outra entrevista a Joe Cooper elas finalmente admitiram que haviam forjado as primeiras quatro fotografias utilizando apenas recortes de papel presos nas folhagens com alfinetes de chapéu. Ainda se afirmou chocada como as pessoas acreditavam na veracidade das fotografias, já que os alfinetes estavam claramente visiveis em algumas fotos, e ninguem notou. Ainda assim Frances afirmou que existiram fadas em Cottingley, mas agora não existem mais. 
Apesar da confissão um fato e certo, as fadas de Cottingley continuam  e continuaram despertando facínio em quem encontra essas fotografias. 

E você o que acha dessas fotografias? As fadas realmente existem existem? Deixe sua opinião!