Aranha Gigante Congolesa
também conhecida como J'ba Fofi (ch-bah
foo fee) seria um inseto enorme, cuja aparência lembra uma tarântula
de cor marrom, chegando a medir até 1,8 metro quando adulta. Os ovos são
brancos ou amarelos claros do tamanho de amoras. Seu método preferido de caçar
consiste em espalhar armadilhas de teias extremamente grudentas e fortes entre
os vãos das árvores e devido ao
tamanho de seu porte lhes seria permitido caçar desde pássaros á macacos,
capturando-os com elaboradas teias armadas entre as árvores.
Segundo as lendas elas habitam
nas florestas mais isoladas da África, mais precisamente na República
Democrática do Congo, Camarões, Uganda e República
Centro Africana. Os missionários religiosos enviados a África
foram os primeiros a tomar conhecimento dessa lenda, mas ela se tornou popular
através do explorador William Gibbons que em uma expedição em Camarões, no ano
2000, tomou conhecimento desta pelo chefe da tribo Baka, que relatou haver uma
estranha e enorme aranha nas proximidades de sua aldeia. Segundo ele essa
criatura seria comum de se encontrar neste local, porém já estavam se tornando
rara devido a degradação ambiental.
As
histórias chegavam a ser absurdas, segundo os nativos as colossais aranhas
escondiam-se em ninhos subterrâneos durante o dia e saiam a noite para caçar, capturando
até mesmo homens adultos após paralisá-los com um potente veneno. Casos locais
de tragédia e incidentes aterrorizantes serviam para ilustrar a veracidade da
lenda.
William e sua equipe não
encontrou nenhuma aranha, mas sua descobriu que grande parte da floresta estava
coberta por teias.
Ocasiões de encontro com a
criatura:
1890: Na ribanceira do Lago Nyasa- Uganda, um
missionário chamado Arthur Simes teve muitos de seus carregadores presos
por teias que nem mesmo facas conseguiam cortar. Foi quando surgiram dois
araquinídeos gigantes, que foram espantados pelos tiros disparados por Arthur.
Porém dois carregadores foram mordidos e imediatamente começaram a sofrer
espasmos, ficando com braços e pernas inchadas e morreram.
1938: O casal Reginald e
Margurite Loyd se depararam no Congo comuma criatura estranha, que segundo eles
não passava de uma enorme aranha de cerca de 1 metro.
1942: Na Nova Guiné, Kokoda Trail um soldado
australiano afirmou ter encontrado uma aranha enorme devorando um filhote de
cachorro, segundo ele era bem parecida com uma tarântula.







